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sábado, 8 de setembro de 2007

185 anos de independência. Será mesmo?

Independência ou morte! Assim dizem que o nosso país nasceu. Dia 07 de setembro de 2007 – 185 de independência do Brasil. Será mesmo? Confesso que por muito tempo acreditei nessa estória mágica, criada não sei por quem que nos conta um ato heróico do nosso querido e amado príncipe do Reino Unido de Portugal e Algarves o Pedro, mais tarde conhecido como D. Pedro I.

Assistimos hoje várias matérias e programas sobre a Independência ou sobre nosso país irmão Portugal. Entretanto fico aqui pensando com meus botões: Temos consciência e valorizamos o fato de ser o Brasil um país politicamente independente? Ou será que continuamos nos comportando e agindo como uma colônia?

De alguns pontos de vista podemos dizer que muitos de nós ainda agem como colonizados, pois somente valorizam o que vem de fora – das nossas diversas metrópoles. Por que atualmente não somos, segundo alguns, colônia de um país apenas e sim de várias potências. Afinal de contas importamos idéias, costumes, produtos, idiomas e até festas! Não que eu seja contra o intercambio entre as nações ou a globalização. Mas tudo tem um limite! E hoje em dia muitos brasileiros somente valorizam o que for produzido ou criado fora das fronteiras nacionais.

Para muitos o nosso cinema não presta, só prestam as “obras-primas” produzidas em Hollywood ou no velho continente; nossas músicas são bregas, mas todos emocionam-se quando escutam uma coisa brega em inglês, pois aí é uma pérola musical. Até no esporte, mais precisamente no futebol, estamos preferindo torcer pelos times europeus.

Enfim vivemos atualmente em um país politicamente independente. Mas volto a questionar: será que o povo brasileiro está pronto ou tentando viver como nação realmente independente? Pois se é ruim ser uma colônia controlada por força militar externa, imaginemos o que é ser uma colônia por total acomodação ou por escolha do povo que deseja viver sob o domínio estrangeiro.
Tonni Nascimento

O Palavrão

Antes de entrar diretamente no assunto escolhido, peço desculpas, desde já, pelos palavrões que escreverei aqui, mas é por uma "boa" causa (eu acho...).

Quantos palavrões você conhece? Vários, com certeza. Dos mais simples (será que posso dizer que um palavrão é simples?) aos mais sonoros . Os palavrões apareceram na minha vida com os "Mamonas Assassinas", mas eu era tão inocente que escutava as músicas, cantava e não me dava conta de que estava falando palavrões. Acho que no início, todos éramos inocentes. Éramos.

Depois vem a fase "eu só falo palavrão em piadas" (eu confesso: eu sempre falo isso). A nossa necessidade de se expressar com essas palavras é descarregada contando piadas de loiras, bicha (desculpe a palavra), papagaio, português... Usamos essa desculpa da piada para não sermos taxados de desbocados. Às vezes, funciona.

Outra coisa que você percebe são aquelas pessoas que falam palavrão com tanta naturalidade que chega a assustar. Vou exemplificar para vocês entenderem, sente a sutileza. De repente, alguém grita:"Vem cá, buceta!". É de assustar, mas a pessoa só queria dizer:"Querida, você poderia vir aqui, por favor?". Deu pra entender, né?

Outro dia eu andei "filosofando" com a minha mãe sobre os palavrões, vê se você já pensou sobre isso. Fiquei pensando sobre a sonoridade dos palavrões e me deparei com características realmente interessantes. Vamos começar com os mais famosos. "Merda" já não é mais considerado palavrão hoje em dia (só se for na casa de vocês, porque na minha ainda é e ai de mim se ficar falando muito essa palavra), perdeu toda força e impacto que lhe eram característico na época do Império, quando não havia esgoto e na necessidade de se livrar do resíduo fecal logo gritavam "vai a merda!". O melhor mesmo era não estar perto da janela que se jogava a merda alheia para não ser atingido.

O "puta que pariu" ou "a puta que te pariu" ainda são considerados palavrões dos bons. Mas a força dessa expressão ilustrativa dos sentimentos, está no puta, é no puta que colocamos toda a raiva e frustração com a mãe do nosso semelhante para feri-lo em seu âmago sentimental. Já o "vai tomar no cu" é realmente forte e não é qualquer um que fala assim em público. A força dessa expressão está na palavra cu. Pequena e pesada. Você pode até dizer que não diz esse palavrão, mas que você, às vezes, pensa, pensa sim.

Mas o palavrão mais gostoso de se falar é "caralho". Com certeza alguém já falou essa palavrinha perto de você e tenho quase certeza que foi em alto e bom som, assim: "CAA-RAA-LHOO!!". É um palavrão totalmente sonoro, todas as sílabas são muito bem articuladas para que não haja nenhuma ambigüidade ao ouvinte. Sei que você já escutou, falou, pensou ou vai falar algum dia um palavrão desses, é só esperar a hora da topada do pé na quina da mesa, na hora daquela dorzinha de ver estrelas. Nessa hora você vai ter uma imensa vontade de falar um palavrão, nem que seja um pequenino.

Se você não gostou do que eu escrevi, não ligue, eu não vou falar nenhum palavrão, esse texto já tem muitos. Pegue qualquer um, o que mais lhe agradar, e faça bom proveito.

sábado, 1 de setembro de 2007

Animais em circos

Há poucos minutos assisti a um documentário sobre maus tratos que os animais sofrem, principalmente, nos circos. Infelizmente ainda existem pessoas que acreditam piamente que um circo não pode ter “graça” sem animais. Será mesmo que para um circo existir, que para termos alguns momentos de bem estar e alegria outros seres vivos necessitam passar por uma vida inteira de privações e sofrimento? Quando o documentário terminou essa dúvida não calou na minha mente.

Felizmente no estado do Rio de Janeiro os espetáculos circenses com animais estão proibidos. Não sei de quando é essa lei, mas fiquei feliz em saber que ela existe. Não é muito mais sensato assistir a um espetáculo que uma pessoa por vontade própria e com total consciência do que está fazendo e dos riscos aos quais está sujeita preparou? Isso mesmo. Um trapezista sabe o que está fazendo, um equilibrista também. Porém um leão, um elefante, um chimpanzé ou um dócil cachorro não sabem e muito menos entendem o porquê de passar por isso. E nem assim deixam de ser obrigados, por inúmeras vezes, vilmente castigados para apresentarem alguns truques para que seus supostos treinadores recebam os aplausos que somente eles conseguem entender.

Alguns podem agora estar achando esse texto muito chato ou sem razão de lógica para continuarem a lê-lo. Mas outros, e tenho certeza que são muitos, o acharão bastante oportuno. E mesmo que aconteça o inverso, ele servirá pelo menos para expressar minha opinião sobre tal assunto. Para aqueles que ainda pensam que não existe nada de mal em ver um leão saltando sobre círculos de fogo ou elefante que sapateia que tal refletir sobre alguns fatos. Realmente não haveria nada de mais se esses fossem atos naturais a esses animais, mas sabemos que não o são. Pois se o fossem não veríamos graça, até porque seriam atos comuns. E como nada de natural existe nisso imaginemos por quanto sofrimento e tortura esses seres passam...

Hoje em dia, ficamos horrorizados quando vemos notícias sobre fazendeiros que mantêm trabalhadores sobre regime de escravidão ou quando vemos alguma obra que conta como os negros eram trazidos para as Américas e tratados cruelmente presos por pesadas correntes ou em minúsculos cubículos, onde nem ao menos podiam andar. Entretanto desconhecemos(?) que alguns animais são retirados de seu habitat natural e tratados da mesma forma ou, por via de regra, de modo muito mais desumano.

Imagine-se nessa situação. Difícil não? Mas vou tentar ajudar. Numa situação hipotética seres de outro planeta vêm a Terra e escolhem alguns exemplares de animais, entre eles escolhem você, para serem levados para um espetáculo no planeta de onde vieram. Privado de sua liberdade, sem entender coisa alguma do que eles lhe dizem e tratado a base de muita porrada, mas muita porrada mesmo, às vezes até por fome você é forçado a passar até que aprenda os truques. Mesmo que não concorde e não goste você tem que fazer tudo que eles lhe obrigam, pois só assim o sofrimento pelo qual você passa irá momentaneamente passar. E dia após dia você tem que passar por essa situação humilhante até que um belo dia você morre, não se sabe se por desgosto ou por causa da carga desumana de castigos ou surras que levava.

E aí, conseguiu se colocar nessa situação? Se sim percebeu como é horrível, mas é por isso que os animais circenses passam. E enquanto aceitarmos circos que utilizam animais nos seus “espetáculos” mais e mais animais irão passar por essa situação. Atualmente temos alguns circos que estão deixando de ter animais nos seus shows e outros que nunca chegaram a tê-los, mas muitos ainda insistem nessa atitude abominável até que eles percebam que essa forma de produzir espetáculos não é mais rentável ou nós nos portamos com mais dignidade e decidirmos agir realmente com mais humanidade.

Tonni Nascimento

domingo, 26 de agosto de 2007

Espera

Por vezes escutei pessoas a dizer que quem espera alcança. Mas, de que espera estamos falando? Esperar sentado para não cansar, ou vendo TV para o tempo passar mais rápido. Ansiosa que sou, nunca consegui colocar tais esperas em prática, sempre gostei de me adiantar, de estar um passo a frente, e apesar de nunca ter rompido o casulo da lagarta para ajudar a borboleta sair, ultrapassei meus limites inúmeras vezes só para ver algo que se realizar quando e onde queria.

Mas existem certas verdades que regem o Cosmo e nossas pequeninas vidas também. É bíblico: “Debaixo do céu há tempo para todas as coisas”. E há. E mesmo em minha vida ansiosa e corrida houve espera. Uma espera inconsciente, silenciosa, calma. Não uma espera ociosa. Mas uma espera dinâmica. Como o discípulo que espera, a preparar-se, pela chegada do Mestre.

Todas as vezes que isso se tornou consciente era um martírio, um desespero. Terei de esperar? Não. Eu não queria. Eu não quis. E desisti. No entanto, mesmo quando desistia da espera consciente, deixando situações e vivências maravilhosas de lado só por que precisavam de mais alguns minutos, mesmo assim, eu esperei. E hoje, ao questionar-me sobre a espera ideal, relembrei um poeta-pedagogo que traduziu toda a espera que busco hoje. Não deixei de ser ansiosa, mas entendi que cada etapa é importante para o aprendizado. E que o sabor de um fruto maduro, colhido no momento certo, é incomparável.


Escolhi a sombra desta árvore para
repousar do muito que farei,
enquanto esperarei por ti.
Quem espera na pura espera
vive um tempo de espera vã.
Por isto, enquanto te espero
trabalharei os campos e
conversarei com os homens
Suarei meu corpo, que o sol queimará;
minhas mãos ficarão calejadas;
meus pés aprenderão o mistério dos caminhos;
meus ouvidos ouvirão mais,
meus olhos verão o que antes não viam,
enquanto esperarei por ti.
Não te esperarei na pura espera
porque o meu tempo de espera é um
tempo de quefazer.
Desconfiarei daqueles que virão dizer-me,:
em voz baixa e precavidos:
É perigoso agir
É perigoso falar
É perigoso andar
É perigoso, esperar, na forma em que esperas,
porquê êsses recusam a alegria de tua chegada.
Desconfiarei também daqueles que virão dizer-me,
com palavras fáceis, que já chegaste,
porque êsses, ao anunciar-te ingênuamente,
antes te denunciam.
Estarei preparando a tua chegada
como o jardineiro prepara o jardim
para a rosa que se abrirá na primavera
.”

Paulo Freire, "Canção Óbvia" Março 1971.

sábado, 25 de agosto de 2007

Caninos abandonados

Andando por esses dias pelas ruas do bairro onde moro deparei-me com uma situação que ainda me deixa bastante triste. Percebi como têm muitos cães pelas nossas ruas. Isso infelizmente é um caso antigo, pois sempre existem pessoas que, às vezes, por impulso pegam um filhote de cão para criar e depois por vários motivos e com o mesmo impulso os abandonam nas ruas, mas que de uns tempos para cá esse número tem aumentado e muito.

Por inúmeras vezes pessoas comuns, como nós, presenteiam amigos, namorados e afins com lindos e fofos “mimos” sem se dar conta que esse mimo é um ser vivo e que crescerá carecendo de cuidados e atenção para viver. Coisa que não acontece com os outros tipos de mimos que também presenteamos os nossos amigos como por exemplo: CD’s, DVD’s, livros e outros do gênero. Mas ao contrário desses presentes que quando você enjoa pode emprestar sem preocupar-se com a devolução, doar ou dar para algum outro amigo ou conhecido ou simplesmente deixar largado em um canto; com um filhote de cão isso não poderá ser feito, até porque ele não poderá ser emprestado ou deixado de lado como um objeto qualquer, afinal de contas é um ser vivo, sendo totalmente dependente do seu dono e condicionado a essa dependência.

Podemos até alegar que o canino por não poder raciocinar não tem sentimentos ou qualquer outro tipo de referencial de apego emocional. Entretanto será essa uma verdade? Quantas vezes já ouvimos falar de cães que arriscam a própria vida para defender a do seu dono ou de algum membro da sua família? Quantas pessoas comentam que uma das alegrias ao retornar para sua casa ou apartamento é ter a certeza que seu companheiro de “quatro pés” estará o aguardando ansiosamente? E como eles ficam tristes por não receber atenção ou ficam enciumados quando aparecemos com outros animais em casa? Eles podem até não ter o dom do raciocínio, mas com certeza eles podem sentir e, por diversas vezes, bem mais que nós, os seres humanos.

Por esse simples motivo já seria muito bom se nós pensássemos bastante antes de dar de presente um filhote. Não que isso não deva ser feito, mas se o tivermos vontade de fazer que tenhamos o cuidado de saber se a pessoa presenteada gosta realmente, se tem espaço em casa e tempo para cuidar do cão e como são os hábitos dos cães enquanto forem filhotes e durante a fase adulta, para que não ocorram futuros arrependimentos.

Mas também, de um certo modo fico com um alívio no coração, pois da mesma forma que há pessoas que simplesmente jogam seus cães nas ruas também existem, embora em menor escala, as que os recolhem dando-lhes afeto e um lar. E mesmo quando não podem ou não têm como recolhê-los dão um jeito de alimentá-los mesmo estando nas ruas e sempre que possível dando-lhes um pouco de carinho. Por isso andando pelas nossas ruas além de ver muitos cães também tenho visto vasilhas com água, comida e às vezes até um certo tipo de abrigo. Não é o que eles merecem, mas já serve como um pouco de alento.

Contudo, caros amigos, bom mesmo seria se isso não fosse mais necessário. Se parássemos de abandonar nossos animais de estimação e os tratássemos com o carinho e respeito que todo ser vivo necessita. Mesmo que por qualquer motivo não possamos mais ficar com ele, que tenhamos o bom senso de procurar alguém para cuidar dele ou, em último caso, deixá-lo em um abrigo. Desse modo não mais seria necessário termos que alimentar cães que ficam circulando pelas ruas à espera de uma mão que lhe ofereça alimento e um mínimo de carinho. Mas enquanto esse tempo ainda não chega que possamos continuar cuidando da melhor forma possível não somente dos cães, mas de todos esses companheirinhos que ainda não conseguiram encontrar um pouso ou foram expulsos dos seus.

Tonni Nascimento

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

?????

Você já percebeu o quão esquisito você fica quando está apaixonado? A quantidade de coisas que normalmente você não faria que você acaba fazendo? Um bando de coisas que você acha ridícula, que quando acontece contigo, parecem coisas maravilhosas?

Eu pensei nisso hoje... bem, na verdade, eu ando pensando nisso faz algum tempo. Eu estou num momento " eu tô sozinha"; todas as minhas amigas estão namorando, meus alunos todos estão namorando e só eu (só e somente só) não estou! Tem hora que até parece perseguição divina ou total esquecimento...

Minhas lindas amigas( e isso não é uma ironia!) têm ótimos namorados. Elas estão sempre com um olhar iluminado (com estrelinhas que sobem e descem), pensando em qual presente comprar para o namorado, pensando em ligar pra ele, fazendo isso, fazendo aquilo.... deixando recados apaixonados no orkut... Isso sempre me fez enjoar, achar brega, revirar o estômago e sentir vontade de chamar o Raul.... mas eu parei para me analisar: será que quando eu tiver o meu namorado, eu não farei igualzinho ou pior?

Quando agente não tem ninguém tudo isso parece muito brega, muito clichê... e é, nessas horas que, às vezes, me pergunto se realmente eu quero ter um namorado.

É muito fácil pra mim, como poetiza que me classifico, estar sozinha. Eu posso amar a todos e a ninguém ao mesmo tempo. Eu posso versificar a beleza de um corpo moreno, morrendo de amores pelo branquelo do meu amigo, sem problemas.... Mas ter um namorado é exclusividade. E exclusividade é também exclusão. Exclusão dos outros e prioridade de um só.

Eu não sei se eu sei mais namorar. Eu quero e acho que não sei mais.
Eu sei amar no papel, não sei se sei amar na prática.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Divagações sobre a Saudade.

Ouvi a Marisa Monte cantando, na minha cabeça, “Tô com sintoma de saudade, tô pensando em você” desde a hora em que me levantei da cama. Aí fiquei pensando, o que realmente quer dizer saudade?

Se fizesse essa pergunta pra alguém, rapidamente me responderiam “é a falta de alguma coisa que um dia vivemos e que hoje não temos mais”.

Mas será que é só isso mesmo? Será que saudade é só vontade de ter de volta aquilo que perdemos? Às vezes, penso que não.

Quando pensei nisso, na mesma hora me veio à cabeça o Renato cantando “Essa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vi”... Então, fiquei pensando em quantas vezes a vida me parece vazia e pensei “Será que nesses momentos também não sentimos saudades? Saudades de algo que ainda não vivemos?”

Parece loucura, mas acho que é isso mesmo que acontece. Quando nós dá aquela sensação de vazio, sentimos falta de alguma coisa, que pode ser algo que já tivemos ou algo que sempre sonhamos em ter e ainda não nos foi dada essa oportunidade. Não seria isso um tipo saudade?

Num surto de loucura, acho que poderia dizer que esse é o único tipo de saudade que temos. Afinal, quando lembramos de alguém não pensamos nas tantas coisas que poderíamos fazer juntos? Nas coisas que poderíamos ter vivido juntos e não vivemos? Pensamos em como seria bom estar com aquela pessoa, passear ao lado dela, vê-la sorrindo, mesmo que isso nunca tenha acontecido.

Assim chego a acreditar, e porque não afirmar, que saudade é vontade de mudar, é querer ter algo diferente do que vivemos hoje, é imaginar como seria bom se a vida não fosse exatamente como é.

SAUDADE É, ANTES DE TUDO, SONHO!

Josiane Vieira